Festas em boates LGBT agitam os últimos dias do ano

  • 2/1/2012detalhe

Foto: Internet


A noite carioca reservou ótimas festas de pré-Réveillon para o público GLS. Na badaladíssima The Week, o dia 30 será digno de uma grande festa, ao som dos DJ Gustavo Junior, Edu Quintas, Ana Flor e do norte-americano Peter Rauhofer. O clima de celebração continua no sábado. A casa abrirá após a queima de fogos e será animada pelos DJs Flávio Lima, Gustavo Junior e o mexicano Isaac Escalante. A pista Docas receberá mais uma edição da bombástica festa Wallpaper, sob o comando dos DJs Falcão, Bruna Félix e Hugo Spezzapria.


Já a boate Le Boy termina o ano no seu melhor estilo: muita música eletrônica e muitos gogo boys! Sexta-feira é dia de Eletronik Party,  com os DJs Ricardo Rodrigues,  Vine, Marcão Resende e Arli Pinsard. No Réveillon, a boate é a escolha certa de quem quiser aproveitar um after-hour após a comemoração na praia, com uma balada animada pelos DJs residentes da casa e convidados.

Um dos points LGBT preferidos, o Buraco da Lacraia terá open bar de cerveja e caipirinha a noite toda, por um preço de entrada bem modesto.  Se você ainda não sabe o que fazer no Réveillon, escolha a sua balada e curta a última noite de 2011!

http://www.rioguiaoficial.com.br/noticias/festas-em-boates-lgbt-agitam-os-ltimos-dias-do-ano

Senado começa 2012 com dois projetos em favor dos gays

Senado vai concentrar em 2012 discussão sobre homofobia e direito à orientação sexual2/1/2012

Quando iniciar seus trabalhos legislativos de 2012, em 2 de fevereiro, o Senado Federal vai ter em duas de suas comissões proposições que garantem mais direitos à população LGBT. Neste ano devem ser votados o projeto de lei que criminaliza a homofobia (PLC 122) e o Estatuto da Juventude, que garante ao jovem o direito à diversidade sexual.
O mais que polêmico PLC 122 patinou em sua última tentativa de votação na Comissão de Direitos Humanos (CDH), em dezembro de 2011, e foi retirado da pauta por sua relatora, a senadora petista Marta Suplicy (SP). Em 2012 Marta deve ouvir outros setores da sociedade, como os cristãos fundamentalistas, para construir um projeto de lei que abranja outras discriminações além da por orientação sexual.
Menos polêmico e com mais chances de ser aprovado, até mesmo antes do PLC 122, o projeto que cria o Estatuto da Juventude, já aprovado na Câmara, teve sua última tentativa de tramitação na Comissão de Constituição e Justiça em dezembro, quando foi interrompida por uma negociação com entidades estudantis e classe artística sobre o alcance do direito à meia-entrada para estudantes.

Por enquanto não há a oposição evangélica ao projeto no Senado, um consenso costurado com os deputados federais pela então relatora do projeto na Câmara, a deputada Manuela D'Àvila (PCdoB -RS).

http://mixbrasil.uol.com.br/pride/senado-comeca-2012-com-dois-projetos-em-favor-dos-gays.html#rmcl

RS registra casamento gay sem necessidade de processo

O Cartório do Registro Civil da 4ª Zona das Pessoas Naturais de Porto Alegre registrou, em  9 de dezembro, casamento homoafetivo sem que os noivos precisassem recorrer à Justiça. A cerimônia seguiu os mesmos trâmites de uma união entre heterossexuais. O registrador substituto do cartório, Felipe Daniel Carneiro, afirmou que a maioria dos cartórios ainda se nega a habilitar casamentos entre pessoas do mesmo sexo, por julgarem inconstitucional.

Em outubro de 2011, a 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça reconheceu, por maioria de votos, oRecurso Especial em que duas mulheres pediam para serem habilitadas ao casamento civil. Para Felipe Carneiro, todos têm os mesmos direitos "depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal que reconheceu a união estável entre casais homoafetivos”.
"Quando percebi que muitos desembargadores estavam decidindo pelo casamento homoafetivo decidimos habilitar esses casos", comenta Carneiro. Para a advogada Maria Berenice Dias, presidente da Comissão de Diversidade Sexual da OAB e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), esse casamento é mais um avanço para o reconhecimento da igualdade de direitos. "Até agora os casamentos homoafetivos precisavam passar pelo juiz. É significativo e de vanguarda esse caso em que houve apenas a manifestação do Ministério Público", afirma. Com informações da Assessoria de Imprensa do IBDFAM.
Revista Consultor Jurídico, 2 de janeiro de 2012

Casal homossexual é agredido após rejeitar paquera de agressor

GABRIEL MAYMONE  1/1/2012 Um casal homossexual foi agredido por um homem, de 22 anos, no calçadão municipal de Itaporã (MS), durante evento da virada do ano, por volta das 6h deste domingo (01).
Segundo a polícia, tudo começou por volta de 2h, quando as duas mulheres, de 24 anos, que vivem em união estável, foram abordadas pelo suspeito, que teria tentado paquerá-las.

Por volta das 6h, o rapaz, acompanhado de outras pessoas, começou a agredir as vítimas com socos e chutes, até uma outra pessoa interpelar as agressões e ajudar as vítimas. A polícia civil investiga o caso e o rapaz deve responder por lesão corporal dolosa.Elas disseram que não tinham interesse em conhecê-lo e que eram homossexuais. Segundo o boletim de ocorrência, o rapaz não gostou de saber da opção sexual das mulheres e, a todo momento, passava por elas fazendo ameaças, dizendo que iria dar uma surra nelas.

http://www.correiodoestado.com.br/noticias/casal-homossexual-e-agredido-apos-rejeitar-paquera-de-agress_137143/

Porto Alegre celebra Casamento Homoafetivo

1/1/2012
Porto Alegre foi palco, no dia 9 de dezembro, do primeiro casamento homoafetivo direto do Brasil no cartório. Com o parecer favorável do Ministério Público, os noivos não precisaram recorrer à Justiça para concretizarem a união. A cerimônia seguiu os mesmos trâmites de uma união entre heterossexuais.
De acordo com o registrador substituto do Cartório do Registro Civil da 4ª Zona das Pessoas Naturais de Porto Alegre, Felipe Daniel Carneiro, a maioria dos cartórios ainda se nega a habilitar casamentos entre pessoas do mesmo sexo, por julgarem inconstitucional. Porém, ele considera que, “depois do julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu a união estável entre casais homoafetivos, todos devem ter os mesmos direitos”.
Felipe defende que não precisa existir uma legislação especifica para regulamentar esses casos, uma vez que a jurisprudência já entende que é possível o casamento entre pessoas do mesmo sexo. “Nós já vínhamos sendo abordados por vários casais, mas ainda não tínhamos nenhuma orientação das corregedorias. Quando percebi que muitos desembargadores estavam decidindo pelo casamento homoafetivo decidimos habilitar esses casos. Considero que se todos são iguais, não é necessário haver uma lei especifica e seria discriminação a não habilitação desse casamento”.
Mais um avanço - Para a advogada Maria Berenice Dias, presidente da Comissão de Diversidade Sexual da OAB e vice-presidente do Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), esse casamento é mais um avanço para o reconhecimento da igualdade de direitos. “Até agora os casamentos homoafetivos precisavam passar pelo juiz. É significativo e de vanguarda esse caso em que houve apenas a manifestação do Ministério Público”, afirma.
Outros casais do mesmo sexo já se casaram no país, no entanto foi preciso acionar o Judiciário. O primeiro casamento aconteceu em São Paulo, no dia 27 de junho de 2011, com o aval do juiz Fernando Henrique Pinto. Outros estados como Alagoas, Pernambuco, Rio Grande do Sul e Distrito Federal também já tiveram decisões nesse sentido.
Fonte: Arpen Brasil

Conferência Nacional LGBT pra quem?

1/1/2012
Pela Redação
Processo democrático real e processo da Plenária Final da II Conferência Nacional LGBT, duas coisas bem diferentes…
Todos testemunharam o ânimo reivindicatório que abriu a II Conferência Nacional LGBT com gritos uníssonos como:
“Oh Dilma que papelão não se governa com religião.”
“Oh Dilma pisô na bola, a homofobia continua na escola.”
“Oh MEC sai do armário, educação é prioritário.”
Parecia que finalmente o movimento LGBT iria dar seu recado ao Governo Federal de que seria necessária uma postura mais explicita a nosso favor, parecia que tínhamos finalmente aprendido que movimento social serve para reivindicar e não para contemporizar… Mas algo deu errado…
No dia da plenária final que votaria as diretrizes, propostas e moções, coincidentemente quase todas as delegações dos Estados tinham seus voos marcados para antes das 19h, o que fez com que 2/3 das diretrizes e propostas e a totalidade das moções fossem votadas por um número inferior a 100 delegados, sendo que o total de inscritos era de 530.
Mais coincidentemente ainda esses delegados que restaram tinham uma propensão bem governista, e votaram rejeitando moções como as que transcreverei a seguir:
1-“Nós delegadas e delegados reunidos na II Conferência Nacional LGBT recomendamos veementemente que a Presidenta da República Dilma Rousseff venha a público em rede nacional de televisão se retratar por dizer que o conteúdo do “kit”escola sem homofobia era “inaceitável” mesmo depois dele ser aprovado pela UNESCO e por usar publicamente a expressão “propaganda de opções sexuais (sic)”, sendo que o movimento social LGBT defende incansavelmente as palavras orientação sexual  e a publicidade governamental ao usar casais heterossexuais em praticamente todos seus materiais faz, sim, constantemente propaganda da heteronormatividade.”
2-“Nós delegadas e delegados reunidas/os na II Conferência Nacional de Politicas Públicas e Direitos Humanos de LGBT  repudiamos os poderes legislativo e executivo federais por não respeitarem a laicidade do estado brasileiro consagrada no artigo 19 inciso l da Constituição Federal, como no caso da suspensão do “kit”anti-homofobia pelo Poder Executivo e pelo boicote sistemático a qualquer propositura legislativa para reconhecimento de direitos para a população LGBT, efetivada pela pequena, porém ruidosa, bancada fundamentalista religiosa e pela anuência silenciosa da maioria dos outros parlamentares.”
Ficam algumas perguntas então:
O que mudou de quinta para domingo?
 Será que se a presença de todos os delegados e delegadas tivesse sido garantida na plenária final o resultado seria esse?
A quem interessou esse esvaziamento?
Perguntas que infelizmente ficarão para a próxima conferência, que esperamos reflita mais os anseios da população LGBT e não os do governo.


 http://www.eleicoeshoje.com.br/conferncia-nacional-lgbt-pra-quem/#ixzz1iFFOwXT8

Luiz Mott é boicotado em eventos chapa-branca do Governo

Por ToNY pacheCO 01/01/2012
O BRASIL MATA MAIS HOMOSSEXUAIS QUE OS PAÍSES ISLÂMICOS
Luiz Mott criticou o fato de a presidente Dilma ter proibido a circulação da cartilha LGBT anti-homofobia nas escolas, cedendo a pressões dos fundamentalistas cristãos do Congresso.
E o PT é um partido marxista-leninista, portanto, a favor do discurso único. A presidente atual é considerada o Grande Timoneiro, o Líder Espiritual das Massas, portanto, não pode ser questionada.
Eles aparelharam os partidos políticos (todos dóceis, com suas capitanias hereditárias ministeriais), aparelharam os sindicatos (empregando milhares de sindicalistas), aparelharam a UNE e todas as entidades estudantis, enchendo de dinheiro a moçada e agora estão aparelhando o movimento LGBT, dando dinheiro aos viadinhos e às sandalinhas para ficarem viajando para lá e para cá discutindo se devem se ajoelhar quando a imperatriz Ming passar, ou se devem ficar jogados ao chão, como escravos, quando sua majestade falar.
Mott, você é maior do que isso, mas, se ainda tiver saco pra esta bobajada, vá sem ser convidado. Crie uma saia justa, uma calça justa e uma cueca justa. Este rebanho de mendigos dos favores oficiais não suportam ser confrontados. Eles gostam de ouvir AMÉN!
Vá e esculhambe, agora, se não tiver afim, venha em minha casa e tomamos um Lambrusco del´Emilia generosamente gelado neste Verão.
Você escolhe. Agora, só não me chame para ir pro ENUD, ENOD, ENID, ENED nem ENAD. Estas sopas de letrinhas chapa-branca não mudam a realidade de que O BRASIL MATA MAIS HOMOSSEXUAIS QUE OS PAÍSES ISLÂMICOS. É isso que o governo petista não quer ouvir.

http://correiodobrasil.com.br/luiz-mott-e-boicotado-em-eventos-chapa-branca-do-governo/350095/